Não é sobre ser ou não ser bolsonarista. Não é sobre ser ou não ser oposição. É sobre vida e morte, sobre sofrimento, sobre dor, sobre luto.

Há gente que gosta do presidente, mas se há amor no coração, mesmo esses não compactuam com chacota e insensibilidade dirigida a dor de milhares de famílias que perderam entes queridos e nem com o sofrimento de outras milhões que choram o medo da morte e, graças a Deus, a ciência e aos profissionais de saúde, viram seus familiares voltarem pra casa.

Essa é uma das coisas que mais tem impactado a popularidade do presidente Bolsonaro nas pesquisas, junto com fome, desemprego, inflação e juros.

A rejeição ao presidente Bolsonaro desceu da consciência para o coração e pra o bolso. Será muito difícil reverter.

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